♥ Rejane

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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

projeto alimentação. educação infantil

PROJETO ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
EDUCAÇÃO INFANTIL 5



1. APRESENTAÇÃO
Desde pequena, ouvia meus pais dizendo que tinha de comer muitas frutas, verduras e legumes, para crescer forte e saudável. Bem, elas não eram o que eu preferia mas, por obediência, comia.
Alguns anos se passaram e hoje reproduzo a fala de meus pais com meus alunos. No início, era apenas um conhecimento empírico, porém, sentindo a necessidade de estimular meus alunos de uma forma lúdica e atraente, fui buscando informações a respeito do assunto e agora, compreendo com mais clareza que a alimentação saudável de uma criança pode garantir um bom desenvolvimento físico e cognitivo.
Assim, movida pela vontade de fazer o melhor e pela curiosidade dos alunos, este projeto foi elaborado.

2. JUSTIFICATIVA
A escola é um espaço privilegiado para a promoção da saúde e desempenha papel fundamental na formação de valores, hábitos e estilos de vida, entre eles o da alimentação.
A promoção de uma alimentação saudável no espaço escolar pressupões a integração de ações em três pontos fundamentais: (1) ações de estímulo à adoção de hábitos alimentares saudáveis, por meio de atividades educativas que informem e motivem escolhas individuais; (2) ações de apoio à adoção de práticas saudáveis por maio da oferta de uma alimentação nutricionalmente equilibrada no ambiente escolar e (3) ações de proteção à alimentação saudável, por meio de medidas que evitem a exposição da comunidade escolar a práticas alimentares inadequadas.
O mercado da alimentação tem sido um dos mais prósperos da última década e sua conceituação vem se aperfeiçoando de segurança alimentar para segurança do alimento. De norte a sul, de leste a oeste, o assunto "Alimentação Saudável" é mais do que um tema: é uma meta.
Neste contexto, Implantar uma campanha educacional sobre o Alimento Saudável por meio da disseminação da informação e da organização do caminho do alimento desde sua produção, perpassando pelo fornecimento de insumos da produção até a escolha do cardápio do consumidor final e um importante instrumento de conscientização.
Assim, consciente de que o tema se insere ou, deve ser inserido, no primeiro campo de ação da prática pedagógica, observando a crescente curiosidade dos alunos a respeito dos alimentos e a valorização crescente em nosso país pela cultura "Fast-food", elaboramos este projeto.

3. OBJETIVOS
GERAL: Promover o consumo de alimentos saudáveis e a consciência de sua contribuição para a promoção da saúde de uma forma atraente, lúdica e educativa.


ESPECÍFICOS:
- Pesquisar e registrar sobre a alimentação da família;
- Buscar informações em diferentes fontes de forma a verificar e comprovar hipóteses feitas sobre o assunto;
- Identificar semelhanças e diferenças entre os hábitos alimentares dos alunos;
- Refletir sobre as sua ações diárias em relação a sua saúde, o que engloba cuidado e preservação com o meio ambiente e com a higiene;
- Valorizar atitudes relacionadas à saúde e ao bem estar individual e coletivo;
- Valorizar o momento reservado à alimentação.

4. ÁREAS DO CONHECIMENTO/CONTEÚDO
[ Linguagem oral e escrita
- Interpretações pessoais
- Pseudoleitura/Pseudoescrita
- Narração de fatos
- Escrita espontânea
- Reconhecimento de letras
- Leitura oral de gêneros textuais instrucionais
- Reconto
- Escrita espontânea
- Formação de palavras por troca de letras
- Produção textual individual e coletiva
[ Linguagem matemática
- Sistema de numeração (identificação, traçado e contagem)
- Grandezas e medidas (sistemas de medida não-convencionais)
- Agrupamentos
- Relação bionívoca
- Noções de operação (divisão)
- Situações problemas (adição e subtração
- Noções de números pares e ímpares
- Situações-problema
- Sistema monetário
- Seriação:
- Semelhança/diferença; pertinência/correspondêmcia)

[ Artes
- Linguagem visual
- Poesia
- Música
- Modelagem
- Pintura
- Desenho
[ Ciências
- Nosso corpo (higiene corporal)
- Meio ambiente (produção de alimentos)
- Vegetais
- Nutrição e desnutrição
[ História/geografia
- Modos de alimentação dos grupos sociais;
- Regras e princípios sociais;
- Tempo

5. RECURSOS/ESTRATÉGIAS
- Rodinha
- Cozinha experimental
- Músicas
- Teatro (vendinha)
- Pesquisas em diversas fontes (revistas, livros de receitas infantis, internet, vídeo...)
- Recorte, colagem e modelagem
- Desenho livre
- Alfabeto Móvel
- Sucatas

6. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS (AÇÕES)
- Conversa e registro (desenhos) sobre a alimentação preferida das crianças;
- Registro dos alimentos mais consumidos na família;
- Identificação de semelhanças e diferenças entre hábitos alimentares dos alunos;
- Construção de charadas que misturem informações sobre formas, cores e tamanhos das frutas, verduras e legumes;
- Construção de jogo da memória a partir de imagens de frutas, verduras e legumes recortadas pelos alunos;
- Identificação de frutas, verduras e legumes através do olfato e tato, utilizando a caixa surpresa;
- Análise das obras do pintor Archiboldo Giuseppe, que utilizou frutas, verduras e legumes na construção das suas obras;
- Solicitar que cada aluno traga de casa uma fruta, verdura ou legumes e conversar sobre as preferências através da degustação;
- Trabalhar com recorte de frutas, verduras e legumes e pedir que os alunos construam um prato que represente uma alimentação saudável;
- Utilização da horta para plantação das hortaliças de rápido crescimento, fazendo a avaliação semanal com registro;
- Palestra com uma nutricionista;
- Visitar uma feira;
- Preparação e degustação de receitas saudáveis;
- Promover pesquisas na internet de figuras e dicas de alimentação saudável;
- Promover concursos de lanches saudáveis;
- Organização de um livro de receitas baseado na história "A Cesta da dona Maricota"

7. PRODUTO FINAL
Finalizaremos o projeto com a elaboração de um livro contendo todo o trabalho realizado pelos alunos. Com um momento de degustação das receitas trabalhadas e apresentação dos trabalhos desenvolvidos.

8. AVALIAÇÃO
A avaliação ocorrerá de forma coletiva, com a participação do grupo. Neste momento os alunos se posicionarão sobre os pontos positivos e negativos do projeto, traduzida em relatos expostos na sala em espaço especialmente organizado e também através de relatório organizado pela professora.

9. BIBLIOGRAFIA
MARTINS, Rosicler. Vida e Alimento. São Paulo: Moderna, 1993.
Revista Cozinha Prática. Publicação editada pela parceria Instituto do Coração e Edições Cozinha Saudável.
BELINK, Tatiana. A cesta da dona Maricota. São Paulo: Paulinas, 2005.


olha só gente. visitei o blog da PROFESSORA: BRUNA LEÃO DE SIQUEIRA LOBO

SANTARÉM-PARÁ
2007 e resolvi trazer a vocês. é muito legal.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

a historia de rapunzel

Era uma vez um casal que há muito tempo desejava inutilmente ter um filho. Os anos se passavam, e seu sonho não se realizava. Afinal, um belo dia, a mulher percebeu que Deus ouvira suas preces. Ela ia ter uma criança!
Por uma janelinha que havia na parte dos fundos da casa deles, era possível ver, no quintal vizinho, um magnífico jardim cheio das mais lindas flores e das mais viçosas hortaliças. Mas em torno de tudo se erguia um muro altíssimo, que ninguém se atrevia a escalar. Afinal, era a propriedade de uma feiticeira muito temida e poderosa.
Um dia, espiando pela janelinha, a mulher se admirou ao ver um canteiro cheio dos mais belos pés de rabanete que jamais imaginara. As folhas eram tão verdes e fresquinhas que abriram seu apetite. E ela sentiu um enorme desejo de provar os rabanetes.
A cada dia seu desejo aumentava mais. Mas ela sabia que não havia jeito de conseguir o que queria e por isso foi ficando triste, abatida e com um aspecto doentio, até que um dia o marido se assustou e perguntou:
— O que está acontecendo contigo, querida?
— Ah! — respondeu ela. — Se não comer um rabanete do jardim da feiticeira, vou morrer logo, logo!
O marido, que a amava muito, pensou: “Não posso deixar minha mulher morrer… Tenho que conseguir esses rabanetes, custe o que custar!”
Ao anoitecer, ele encostou uma escada no muro, pulou para o quintal vizinho, arrancou apressadamente um punhado de rabanetes e levou para a mulher. Mais que depressa, ela preparou uma salada que comeu imediatamente, deliciada. Ela achou o sabor da salada tão bom, mas tão bom, que no dia seguinte seu desejo de comer rabanetes ficou ainda mais forte. Para sossegá-la, o marido prometeu-lhe que iria buscar mais um pouco.
Quando a noite chegou, pulou novamente o muro mas, mal pisou no chão do outro lado, levou um tremendo susto: de pé, diante dele, estava a feiticeira.
— Como se atreve a entrar no meu quintal como um ladrão, para roubar meus rabanetes? — perguntou ela com os olhos chispando de raiva. — Vai ver só o que te espera!
— Oh! Tenha piedade! — implorou o homem. — Só fiz isso porque fui obrigado! Minha mulher viu seus rabanetes pela nossa janela e sentiu tanta vontade de comê-los, mas tanta vontade, que na certa morrerá se eu não levar alguns!
A feiticeira se acalmou e disse:
— Se é assim como diz, deixo você levar quantos rabanetes quiser, mas com uma condição: irá me dar a criança que sua mulher vai ter. Cuidarei dela como se fosse sua própria mãe, e nada lhe faltará.
O homem estava tão apavorado, que concordou. Pouco tempo depois, o bebê nasceu. Era uma menina. A feiticeira surgiu no mesmo instante, deu à criança o nome de Rapunzel e levou-a embora.
Rapunzel cresceu e se tomou a mais linda criança sob o sol. Quando fez doze anos, a feiticeira trancou-a no alto de uma torre, no meio da floresta.
A torre não possuía nem escada, nem porta: apenas uma janelinha, no lugar mais alto. Quando a velha desejava entrar, ficava embaixo da janela e gritava:
— Rapunzel, Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças!
Rapunzel tinha magníficos cabelos compridos, finos como fios de ouro. Quando ouvia o chamado da velha, abria a janela, desenrolava as tranças e jogava-as para fora. As tranças caíam vinte metros abaixo, e por elas a feiticeira subia.
Alguns anos depois, o filho do rei estava cavalgando pela floresta e passou perto da torre. Ouviu um canto tão bonito que parou, encantado.
Rapunzel, para espantar a solidão, cantava para si mesma com sua doce voz.
Imediatamente o príncipe quis subir, procurou uma porta por toda parte, mas não encontrou. Inconformado, voltou para casa. Mas o maravilhoso canto tocara seu coração de tal maneira que ele começou a ir para a floresta todos os dias, querendo ouvi-lo outra vez.
Em uma dessas vezes, o príncipe estava descansando atrás de uma árvore e viu a feiticeira aproximar-se da torre e gritar: “Rapunzel, Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças!”. E viu quando a feiticeira subiu pelas tranças.
“É essa a escada pela qual se sobe?”, pensou o príncipe. “Pois eu vou tentar a sorte…”.
No dia seguinte, quando escureceu, ele se aproximou da torre e, bem embaixo da janelinha, gritou:
— Rapunzel, Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças!
As tranças caíram pela janela abaixo, e ele subiu.
Rapunzel ficou muito assustada ao vê-lo entrar, pois jamais tinha visto um homem.
Mas o príncipe falou-lhe com muita doçura e contou como seu coração ficara transtornado desde que a ouvira cantar, explicando que não teria sossego enquanto não a conhecesse.




Rapunzel foi se acalmando, e quando o príncipe lhe perguntou se o aceitava como marido, reparou que ele era jovem e belo, e pensou: “Ele é mil vezes preferível à velha senhora…”. E, pondo a mão dela sobre a dele, respondeu:
— Sim! Eu quero ir com você! Mas não sei como descer… Sempre que vier me ver, traga uma meada de seda. Com ela vou trançar uma escada e, quando ficar pronta, eu desço, e você me leva no seu cavalo.
Combinaram que ele sempre viria ao cair da noite, porque a velha costumava vir durante o dia. Assim foi, e a feiticeira de nada desconfiava até que um dia Rapunzel, sem querer, perguntou a ela:
— Diga-me, senhora, como é que lhe custa tanto subir, enquanto o jovem filho do rei chega aqui num instantinho?
— Ah, menina ruim! — gritou a feiticeira. — Pensei que tinha isolado você do mundo, e você me engana!
Na sua fúria, agarrou Rapunzel pelo cabelos e esbofeteou-a. Depois, com a outra mão, pegou uma tesoura e tec, tec! cortou as belas tranças, largando-as no chão.
Não contente, a malvada levou a pobre menina para um deserto e abandonou-a ali, para que sofresse e passasse todo tipo de privação.
Na tarde do mesmo dia em que Rapunzel foi expulsa, a feiticeira prendeu as longas tranças num gancho da janela e ficou esperando. Quando o príncipe veio e chamou: “Rapunzel! Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças!”, ela deixou as tranças caírem para fora e ficou esperando.
Ao entrar, o pobre rapaz não encontrou sua querida Rapunzel, mas sim a terrível feiticeira. Com um olhar chamejante de ódio, ela gritou zombeteira:
— Ah, ah! Você veio buscar sua amada? Pois a linda avezinha não está mais no ninho, nem canta mais! O gato apanhou-a, levou-a, e agora vai arranhar os seus olhos! Nunca mais você verá Rapunzel! Ela está perdida para você!
Ao ouvir isso, o príncipe ficou fora de si e, em seu desespero, se atirou pela janela. O jovem não morreu, mas caiu sobre espinhos que furaram seus olhos e ele ficou cego.
Desesperado, ficou perambulando pela floresta, alimentando-se apenas de frutos e raízes, sem fazer outra coisa que se lamentar e chorar a perda da amada.
Passaram-se os anos. Um dia, por acaso, o príncipe chegou ao deserto no qual Rapunzel vivia, na maior tristeza, com seus filhos gêmeos, um menino e uma menina, que haviam nascido ali.
Ouvindo uma voz que lhe pareceu familiar, o príncipe caminhou na direção de Rapunzel. Assim que chegou perto, ela logo o reconheceu e se atirou em seus braços, a chorar.
Duas das lágrimas da moça caíram nos olhos dele e, no mesmo instante, o príncipe recuperou a visão e ficou enxergando tão bem quanto antes.
Então, levou Rapunzel e as crianças para seu reino, onde foram recebidos com grande alegria. Ali viveram felizes e contentes.

quinta-feira, 17 de março de 2011

painel quantos somos

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TOK & ART'S DA PROFESSORA LI
Este blog foi criado para auxiliar as colegas de profissão,na Educação Infantil, com dicas, planos de ensino, projetos, reciclagem, painéis, lembranças, trabalhos artesanais, textos, mensagens, atividades em sala de aula... Alguns trabalhos feitos por mim, alguns de revistas, coleções... Pedidos de trabalhos específicos somente pelo e-mail, se eu puder ajudar será um prazer. Agradeço os recadinhos carinhosos!!!

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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
PAINEL QUANTOS SOMOS?

ESTE PAINEL EU ADAPTEI PARA A MINHA TURMA, ALÉM DA FIGURA TEM O NOME E O BOLSINHO PARA COLOCAR PALITOS DE SORVETE QUE USAMOS PARA A CONTAGEM. PRIMEIRO PEÇO QUE AS MENINAS LEVANTEM AS MÃOS (LEMBRANDO QUE CRIANÇAS DE 3 ANOS AINDA NÃO CONSEGUEM FAZER ESTA RELAÇÃO, LEIA RCN FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, PÁGINAS 17 A 20), FAÇO A CONTAGEM ORAL DAS MENINAS, DEPOIS ESCREVO NA LOUSA O RESULTADO DEPOIS PEÇO QUE ELAS VENHAM NA CAIXINHA PEGAR UM PALITO DE SORVETE, PEÇO QUE LEVANTEM OS PALITOS DE SORVETE E FAÇO A CONTAGEM JUNTAMENTE COM ELES, PASSO RECOLHENDO OS PALITOS E COLOCO NO BOLSINHO DAS "MENINAS" (ÀS VEZES DE PROPÓSITO COLOCO NO BOLSINHO DOS MENINOS PARA VER SE ALGUÉM ESTÁ ALERTA, E ASSIM VOCÊ ESTÁ TRABALHANDO A SEXUALIDADE), FAÇO O MESMO COM OS "MENINOS". DEPOIS PEGO OS PALITOS DOS BOLSINHOS, DAS MENINAS E MENINOS E ENTREGO PARA ELES NOVAMENTE, PEÇO QUE TODOS ERGAM OS PALITOS E EU PASSO FAZENDO A CONTAGEM NOVAMENTE COM ELES, ANOTO O RESULTADO NA LOUSA. PEGO A CAIXINHA DE PALITOS E PERGUNTO QUANTOS TEMOS JUNTOS E VOU TIRANDO PALITO POR PALITO DA CAIXINHA E VAMOS CONTANDO ATÉ DAR O RESULTADO. DEPOIS COLOCO NO BOLSINHO DE "JUNTOS". VOLTAMOS A COLOCAR OS PALITOS NOS BOLSINHOS DAS MENINAS E DOS MENINOS. DEPOIS PERGUNTO PARA ELES QUEM FALTOU NA ESCOLA E FICOU EM CASA? ELES VÃO NOMEANDO OS NOMES E EU VOU TIRANDO PALITO DA CAIXINHA PARA CADA CRIANÇA CITADA, SE ELES DEIXAM DE FALAR ALGUÉM EU FALO O NOME DA CRIANÇA E PERGUNTO SE ELA VEIO À ESCOLA? E UM MEIO DE LEMBRÁ-LOS, DEPOIS CONTAMOS TODOS OS PALITOS E COLOCO NO BOLSINHO DE "FALTARAM". É MUITO DIVERTIDO E AS CRIANÇAS ADORAM! ESTAMOS TRABALHANDO OS EIXOS: IDENTIDADE E AUTONOMIA, MATEMÁTICA, NATUREZA E SOCIEDADE, LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. MAIS PARA FRENTE COLOCAREI UNS BOLSINHOS AO LADO DOS NOMES E VOU USAR OS NÚMEROS PARA DENOMINAR OS RESULTADOS.
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO!
BJS
FIQUEM COM DEUS!

brincadeiras cantadas

BRINCADEIRAS CANTADAS


CORRE CUTIA
Formação: Colocar os alunos assentados em círculos, voltados para dentro dele. Um aluno corre ao redor do círculo com um lenço na mão, cantando:
CORRE CUTIA
NA CASA DA TIA
CORRE CIPÓ
NA CASA DA VÓ
LENCINHO NA MÃO
CAIU NO CHÃO
MOÇA(O) BONITA(O)
DO MEU CORAÇÃO!
Ao chegar na palavra coração, ele coloca o lenço atrás de um dos colegas. Este pega o lenço, e tenta pegar o colega que está fugindo. Este, então, dá uma volta e entra no lugar que ficou vazio. Se é pego antes da hora, vai para dentro do círculo. O que ficar por último vance a brincadeira.
Fonte: Ed. Física no cotidiano escolar
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
EDUCAÇÃO FÍSICA
BRINCADEIRAS CANTADAS

Formação: Uma fila de meninas e meninos, de mãos dadas. O seu Lobo fica à frente. As meninas cantam, andando para frente e para trás:

SEU LOBO
"Vamos passear no bosque, enquanto seu Lobo não vem.} BIS

Perguntam:
- Está pronto seu Lobo?

O Lobo responde:
- Estou tomando banho.

As crianças:
- Vamos passear no bosque, etc.

O Lobo:
- Estou me enxugando.

As crianças:
- Vamos passear no bosque, etc.

O Lobo:
- Estou vestindo a cueca.

As crianças:
- Vamos passear no bosque, etc.

O Lobo:
- Estou vestindo a calça.

As crianças:
- Vamos passear no bosque, etc.

O Lobo:
- Estou vestindo a camisa.

As crianças:
- Vamos passear no bosque, etc.

O Lobo:
- Estou calçando as meias.

depois de cada passeio o Lobo vai falando:
- Estou calçando os sapatos.
- Estou colocando a gravata.
- Estou vestindo o paletó.
- Estou penteando o cabelo.
- Estou colocando o chapéu.
- Vou buscar a bengala".

- Aqui saem todos correndo e o Lobo atrás, até pegar um, que será o Lobo na vez seguinte.


Fonte: Ed. Física no cotidiano escolar


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EDUCAÇÃO FÍSICA...
BRINCADEIRAS CANTADAS

Revivendo brincadeiras cantadas, visando despertar o entusiasmo e o amor pelas coisas de nossa terra. Valorizando as tradições.



EU ERA ASSIM
Quando eu era neném, neném, neném,
Eu era assim, eu era assim.
Quando eu era garoto(a), garoto(a), garoto(a)
Eu era assim, eu era assim.
Quando eu era mocinho(a), mocinho(a), mocinho(a)
Eu era assim, eu era assim.
Quando eu era casado(a), casado(a), casado(a)
Eu era assim, eu era assim.
Quando eu era velhinho(a), velhinho(a), velhinho(a)
Eu era assim, eu era assim.
Quando eu era caduco(a), caduco(a), caduco(a)
Eu era assim, eu era assim.
Formação: Livre, fazendo os movimentos sugeridos na música.
Fonte: Ed. Física no cotidiano escolar
Postado por Li às 21:0

euzinha no Araiar sô

euzinha no Araiar sô
FESTA JUNINA

Dedicatória

Dedico este blog aos amigos que fazem a diferença, à galera da turma 208 (antiga 402) do magistério do Princesa Isabel, aos professores, orientadores e direção e aos amigos blogueiros que buscam neste blog subsídios para seus planos de aula. Grande beijo da Educadora Rejane! ♥